Volta e meia alguém pergunta por que a Zephyr não tem centenas de assessores e milhares de clientes. A resposta curta: porque eu não quero. A resposta longa é esse texto.
O que o cliente de alta renda precisa
Não é produto. Produto ele acha em qualquer plataforma. O que ele precisa é de alguém que conheça a família, saiba que o filho vai pra faculdade em 2029, saiba que a empresa tem sazonalidade, saiba que o sócio quer sair em três anos. Isso não escala com volume. Escala com atenção.
O modelo
Cada família na Zephyr tem um plano vivo, revisado com frequência, e alguém que atende no mesmo dia. Cerca de R$ 260 milhões sob gestão, distribuídos entre famílias que eu conheço pelo nome. Se eu dobrasse o número de clientes amanhã, a primeira coisa a cair seria isso.
Por isso a tecnologia entra: a plataforma faz o trabalho repetitivo, e a minha hora vai pra decisão e pra relação.
O que eu ganho com isso
Clientes que ficam por décadas. Indicação, não anúncio. E um trabalho que eu gosto de fazer, porque cada reunião é sobre uma vida, não sobre uma meta de captação.
Crescer é bom. Crescer do jeito errado destrói o que faz o negócio valer. Eu prefiro ser pequeno e profundo.
